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24 de abril, dia internacional do milho

  • Apr 24
  • 1 min read

Muito antes de se tornar base de sistemas produtivos, o milho já sustentava civilizações inteiras, sendo símbolo de vida, cultura e resistência. Presente na alimentação humana há milhares de anos, ele atravessou gerações como um alimento fundamental, diverso e profundamente enraizado nos territórios e saberes dos povos.


Para o Movimento Camponês Popular (MCP), o milho crioulo vai além de um cultivo: é expressão de autonomia. A produção de sementes crioulas representa independência frente aos mercados e às grandes corporações, garantindo que as famílias camponesas decidam o que plantar, como plantar e o que comer.


É também um ato de preservação da agrobiodiversidade, mantendo vivas variedades adaptadas aos territórios e às mudanças do clima.


Historicamente, a produção de sementes na agricultura camponesa se apoia em práticas coletivas de seleção, cuidado, armazenamento e troca, conhecimentos passados de geração em geração. Hoje, diante dos desafios climáticos, fortalecer essas práticas com inovação apropriada é estratégico para ampliar a qualidade, a produtividade e a resiliência.


Defender o milho crioulo é defender a soberania alimentar, a diversidade genética e a vida no campo!


Texto: Comunicação Nacional MCP

 
 
 

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